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Suspeitos se passam por policiais para entrar em casa e cometer homicídios em Goiânia

Batizada de Operação Engodo, ação resultou no cumprimento de sete mandados de prisão temporária
Suspeitos se passam por policiais para entrar em casa e cometer homicídios em Goiânia
(Foto: Reprodução)

Uma ação conjunta entre a Polícia Militar de Goiás (PMGO) e a Polícia Civil de Goiás (PCGO) cumpriu, nesta terça-feira (18), 12 ordens judiciais contra suspeitos de envolvimento em homicídios que teriam se passado por policiais para cometer os crimes.

Batizada de Operação Engodo, a ação resultou no cumprimento de sete mandados de prisão temporária e cinco de busca e apreensão, em Goiânia e no Rio de Janeiro (RJ).

As investigações apuram homicídios registrados na Região Leste de Goiânia, entre eles a execução de Moisés Portilho Farias, de 27 anos. Ele foi morto a tiros no dia 18 de junho de 2026, no Jardim Novo Mundo.

Segundo a PCGO, os suspeitos teriam se apresentado como policiais para convencer a vítima a abrir o portão da residência. Após conseguir acesso ao imóvel, um dos envolvidos teria efetuado um disparo contra a cabeça de Moisés.

Conforme as informações levantadas durante a investigação, o homicídio estaria relacionado a dívidas envolvendo drogas e à suspeita de que a vítima colaborava com as forças de segurança.

No Rio de Janeiro, os alvos das medidas judiciais são Marcos Vinícius Sabino Gonçalves, conhecido como “Fazendeiro”, e Wanderson Santana da Silva, o “Zóio”. De acordo com a investigação, os dois seriam integrantes de uma organização criminosa e teriam relação com o contexto do crime.

Durante o cumprimento dos mandados, outras duas pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas. Uma grande quantidade de entorpecentes também foi apreendida.

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