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Goiana conquista título no golfe e reforça presença feminina no esporte

Rita Marçal se torna a primeira mulher do estado a disputar competição nacional da modalidade
Foto: Reprodução

Aos 69 anos, a goiana Rita Marçal conquistou o primeiro lugar na categoria feminina de um circuito profissional e se tornou a primeira mulher de Goiás a disputar uma etapa da Associação Brasileira de Golfe Sênior (ABGS).

Representante do Goiânia Golfe Clube, ela participou da competição realizada em Brasília, nos dias 26 e 27 de fevereiro. Na ocasião, a idosa garantiu o título na categoria NET feminino, que considera a pontuação líquida dos jogadores.

A trajetória de Rita no golfe começou há mais de uma década, ainda em Salvador. No início, ela não imaginava se dedicar à modalidade, mas decidiu tentar após incentivo de amigos. Desde então, passou a participar de torneios e a viajar com frequência por causa do esporte.

Anos depois, já em Goiás, encontrou no Goiânia Golfe Clube o ambiente ideal para continuar praticando. Para ela, o esporte exige técnica, concentração e disciplina, mas também proporciona experiências únicas.

“É bonito e desafiador, exige técnica e concentração. Para nós, foi perfeito para continuar praticando esse esporte que virou paixão”, salienta.

Rita destaca que o golfe se diferencia pela longevidade dos atletas e pelo respeito às regras. De acordo com ela, pessoas de diferentes idades competem em igualdade, e o próprio jogador atua como juiz, o que reforça valores como responsabilidade e ética.

“Você encontra pessoas de 16 a 90 anos jogando de igual para igual. E a etiqueta é encantadora: você é seu próprio juiz. Cumprir as regras com responsabilidade é essencial. É um esporte que ensina lições belíssimas para a vida.””, afirma.

O crescimento da participação feminina também aparece entre iniciantes. A gestora de marca Gabriela Rizzo afirma que cada vez mais mulheres ocupam os campos e incentivam outras a praticar. Além disso, ela ressalta que o esporte oferece contato com a natureza e promove desafios pessoais constantes.

“Temos cada vez mais mulheres ocupando os gramados, trazendo amigas e fortalecendo umas às outras”, diz.

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