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Goiânia lança campanha para arrecadar agasalhos e cobertores para pessoas vulneráveis

Doações serão destinadas a famílias cadastradas em programas sociais e também à população em situação de rua
Goiânia lança campanha para arrecadar agasalhos e cobertores para pessoas vulneráveis
(Foto: Divulgação)

A Prefeitura de Goiânia lançou, na sexta-feira (22), a campanha “Mais Amor, Menos Frio”, que pretende arrecadar entre 50 mil e 70 mil peças de roupas e cobertores para pessoas em situação de vulnerabilidade durante o período de baixas temperaturas.

A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, Assistência Social e Direitos Humanos e conta com apoio da Fieg + Solidária e de outras instituições parceiras.

Segundo a administração municipal, as doações serão destinadas a famílias cadastradas em programas sociais e também à população em situação de rua. A estimativa da prefeitura é que cerca de 700 pessoas vivam atualmente nessas condições na capital.

Entre os itens que podem ser doados estão cobertores, agasalhos, blusas de frio, meias, luvas e toucas. Para facilitar a arrecadação, foram disponibilizados 21 pontos de coleta espalhados pela cidade.

As caixas de arrecadação estarão em locais como a Câmara Municipal, o Paço Municipal, o Palácio Pedro Ludovico, na Praça Cívica, além de unidades do Imas, GoiâniaPrev e espaços ligados ao Sistema Fieg.

Durante o lançamento da campanha, a coordenadora de distribuição da Fieg + Solidária, Luciana Machado, destacou a importância da participação popular na iniciativa.

“O frio dói e o frio mata. Pequenos gestos podem transformar vidas. Vamos aquecer as pessoas, os corações e renovar a esperança de quem mais precisa”, afirmou.

O prefeito Sandro Mabel informou que o município também deve intensificar as ações de busca ativa durante os dias mais frios, oferecendo acolhimento, alimentação e itens de higiene para pessoas em situação de rua.

Ainda segundo a prefeitura, o Centro POP, localizado no Setor Aeroporto, realiza atendimento diário à população vulnerável, enquanto duas casas de acolhimento funcionam no período noturno e em momentos de queda nas temperaturas.

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