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Médico ginecologista é investigado por suspeita de abusar de pacientes em Goiás

Primeiro caso teria ocorrido em 2017; cinco vítimas já foram identificadas
Médico ginecologista é investigado por suspeita de abusar de pacientes em Goiás
(Foto: Divulgação/ PCGO)

O médico ginecologista Marcelo Arantes Silva é investigado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO), suspeito de estuprar pacientes durante consultas e exames, em Goiânia e Senador Canedo.

De acordo com a Delegacia Estadual de Atendimento Especializado à Mulher (Deaem), cinco vítimas já foram identificadas — uma em Senador Canedo e as demais em Goiânia — com idades entre 25 e 45 anos.

Conforme as investigações, o primeiro caso teria ocorrido em 2017, mas há denúncias registradas até 2026.

Segundo a apuração, o investigado submetia as pacientes a atos libidinosos durante consultas e exames, incluindo toques físicos indevidos e perguntas inapropriadas sobre a vida íntima.

A Deaem solicitou a prisão preventiva do médico, mas o pedido foi negado pelo Poder Judiciário. Em vez disso, foram determinadas medidas cautelares, como a proibição de manter contato com as vítimas, impedimento de deixar a comarca e a comunicação ao Conselho Regional de Medicina para suspensão do registro profissional.

Atualmente, ele responde pelo crime de estupro de vulnerável.

A divulgação da imagem e do nome do investigado foi autorizada com base na Lei nº 13.869/2019 e na Portaria nº 547/2021 da Polícia Civil, com o objetivo de possibilitar o reconhecimento por outras possíveis vítimas e auxiliar nas investigações.

Em nota, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) informou que todas as denúncias relacionadas à conduta ética de médicos são apuradas e tramitam sob sigilo.

Leia a nota completa: 

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) esclarece que todas as denúncias relacionadas à conduta ética de médicos, recebidas pelo Cremego ou das quais toma conhecimento, são apuradas e tramitam em total sigilo, conforme determina o Código de Processo Ético-Profissional Médico. O Cremego também solicita esclarecimentos ao médico responsável técnico pela instituição citada nas denúncias.

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