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Menina encontrada morta em zona rural de Goiás não apresentava sinais visíveis de violência, aponta delegado

Força-tarefa localizou criança após mais de 48 horas de buscas em uma fazenda no oeste goiano
Menina encontrada morta em zona rural de Goiás não apresentava sinais visíveis de violência, aponta delegado
Foto: Divulgação/Polícia Militar

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) investiga a morte de Maria Fernanda Cândido da Rocha, de 02 anos, encontrada nesta quarta-feira (17) em uma fazenda na zona rural de Doverlândia, no oeste de Goiás. A criança desapareceu na segunda-feira (15), na propriedade onde morava com os pais.

Desde o desaparecimento, equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil e do Grupo de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) concentraram esforços na região. Além disso, os agentes utilizaram drones, helicóptero, cães farejadores e mergulhadores para ampliar a área de procura.

Buscas duraram mais de dois dias

Durante as buscas, os investigadores encontraram vestígios que ajudaram a direcionar os trabalhos. Primeiro, as equipes localizaram uma peça de roupa da menina. Logo depois, encontraram o corpo próximo ao Rio Paraíso, dentro da propriedade rural.

Segundo o delegado Ramon Queiroz, responsável pelo caso, a análise inicial não identificou sinais aparentes de violência.

Conforme explicou o investigador, os exames preliminares não apontaram marcas visíveis que indiquem agressão física. No entanto, a polícia ainda aguarda a conclusão dos laudos técnicos.

Perícia deve esclarecer circunstâncias da morte

Agora, o Instituto Médico Legal (IML) realiza os exames que irão apontar a causa da morte. Além disso, os peritos também devem ajudar a reconstruir o trajeto percorrido pela criança antes de ser encontrada.

Até o momento, a principal hipótese investigada indica que Maria Fernanda saiu sozinha da residência. Entretanto, a Polícia Civil continua apurando todas as circunstâncias do caso antes de chegar a uma conclusão definitiva.

O desaparecimento mobilizou moradores da região e equipes de resgate durante mais de 48 horas. A localização do corpo encerrou as buscas, mas abriu uma nova etapa da investigação, que agora depende dos resultados periciais para esclarecer o que aconteceu com a criança.

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