O jornalista Juscelino Kubitschek, conhecido como JK, morreu na manhã de domingo (22), em Goiânia. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Lucas após complicações provocadas por uma infecção bacteriana.
Segundo informações divulgadas por familiares, a bactéria teria se instalado em uma válvula do coração, possivelmente após um procedimento dentário. No sábado (21), o profissional sofreu uma parada cardiorrespiratória, foi entubado, mas não resistiu.
Formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), na turma de 1982, JK construiu trajetória marcada pela atuação na televisão e na comunicação pública. Durante anos, integrou a equipe da TV Brasil Central, onde apresentou telejornais e se tornou um dos rostos mais conhecidos do jornalismo local.
Além da carreira na imprensa, também teve passagem pela administração municipal. Atuou como secretário de Comunicação de Goiânia na gestão de Darci Accorsi (1993-1995). Além disso, entre 2001 e 2004, voltou à prefeitura como assessor de imprensa na administração de Pedro Wilson.
Reconhecido pelo perfil comunicativo e pela proximidade com colegas de profissão, foi ainda um dos pioneiros no trabalho com media training em Goiás, área voltada à preparação de porta-vozes para relacionamento com a imprensa.
Torcedor declarado do Vila Nova Futebol Clube, JK era presença constante em debates sobre futebol e política, temas que acompanhou de perto ao longo da carreira.
De acordo com o Sindicato dos Jornalistas de Goiás (Sindicom), o velório ocorre na tarde deste domingo, e o sepultamento está previsto para as 18h, no Cemitério Parque Memorial de Goiânia.