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Morte de corretora tem novo desdobramento e perícia aponta bala alojada na cabeça

A morte da corretora de imóveis Daiane Alves ganhou um novo desdobramento. De acordo com o advogado da família, Plínio César Cunha Mendonça, a Polícia Civil (PC) identificou que a profissional tinha uma bala alojada na cabeça. A causa da morte, porém, ainda não foi determinada.
Foto: Reprodução/Instagram de Daiane Alves de Souza

A morte da corretora de imóveis Daiane Alves ganhou um novo desdobramento. De acordo com o advogado da família, Plínio César Cunha Mendonça, a Polícia Civil (PC) identificou que a profissional tinha uma bala alojada na cabeça. A causa da morte, porém, ainda não foi determinada.

Segundo a defesa, ainda não se sabe o que o síndico Cleber Rosa de Oliveira, de 49 anos, apontado como autor do crime, teria feito com a vítima antes do disparo.

“Ali são inúmeras coisas que podem ter acontecido. Nós não temos o laudo definitivo sobre isso. Ele pode ter usado algum produto químico para desmaiá-la, pode tê-la sufocado até a morte ali mesmo”, disse ao G1.

Ainda conforme o advogado da família, o objetivo da perícia é identificar a forma como Cleber agiu. Plínio afirma que o síndico alega ter agido em legítima defesa, após ter sido abordado por Daiane enquanto trabalhava no almoxarifado.

Em nota enviada à imprensa, a defesa do síndico informou que não teve acesso ao resultado da perícia no corpo de Daiane e que Cleber segue colaborando com as investigações.

Em depoimento, o suspeito afirmou que a arma usada no crime foi jogada no rio Corumbá, na divisa entre Caldas Novas e Ipameri, próximo ao local onde o corpo da vítima foi encontrado.

Além da arma, a polícia também encontrou um celular em uma caixa de passagem indicada por Cleber. O aparelho agora está sob perícia para identificar a quem pertence.

“É necessário verificar se de fato é o celular da Daiane, se é aquele celular dele que sumiu ou se pertence a um terceiro”, afirmou.

O celular que estava desaparecido e foi citado pelo advogado seria o antigo aparelho do síndico, que teria sido substituído por um novo, dado de presente pelo filho, Maicon Douglas Oliveira, que também foi preso.

Ele é suspeito de tentar obstruir a investigação, conforme a Polícia Civil.

A prisão de ambos ocorreu no dia 28 de janeiro. Logo após ser detido, Cleber indicou o local onde havia deixado o corpo da vítima.

Leia a íntegra da nota da defesa de Cleber Rosa de Oliveira:

“O escritório Nestor Távora e Laudelina Inácio Advocacia Associada, representando os interesses do Sr. Cleber Rosa de Oliveira, vem informar que a defesa técnica não teve acesso ao resultado da perícia necroscópica, que ainda não foi juntada aos autos do inquérito policial. Na oportunidade, reitera-se que o Sr. Cleber está colaborando com a investigação, sobretudo no esclarecimento da dinâmica dos fatos”.

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