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Motociclista agride motorista de caminhão de lixo e tenta atropelar coletor em Goiânia

Homem foi encontrado e preso por agentes da GCM
Motociclista agride motorista de caminhão de lixo e tenta atropelar coletor em Goiânia
(Foto: Reprodução)

O trabalho rotineiro das equipes de limpeza urbana foi interrompido por momentos de tensão e violência na noite de segunda-feira (27), em Goiânia. Durante a coleta de lixo no Setor Santa Helena, um motociclista agrediu trabalhadores do consórcio Limpa Gyn e danificou um caminhão utilizado no serviço.

De acordo com imagens de câmeras de segurança, o caso ocorreu por volta das 21h. O motociclista teria se irritado com a parada momentânea do caminhão de coleta e atravessou a motocicleta à frente do veículo, impedindo a continuidade do serviço.

O motorista do caminhão desceu da cabine para pedir que o homem retirasse a motocicleta. Nesse momento, foi agredido após o suspeito empurrar a porta do caminhão contra ele, atingindo seu braço e sua cabeça.

Na sequência, o motociclista quebrou um dos retrovisores do caminhão e arremessou uma pedra contra o motorista, atingindo o rosto da vítima. A ação também causou danos ao veículo.

Antes de deixar o local, o suspeito ainda tentou atropelar um dos coletores que integravam a equipe de limpeza.

A Polícia Militar (PM) e a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de Goiânia foram acionadas e atenderam à ocorrência.

Na terça-feira (28), agentes da GCM conseguiram identificar e prender o suspeito, de 50 anos. Ele foi localizado em uma oficina de caminhões onde trabalhava.

O homem foi encaminhado à Central Geral de Flagrantes de Goiânia, onde a autoridade policial ratificou a prisão pelos crimes de lesão corporal dolosa e dano qualificado com violência ou grave ameaça à pessoa.

Em nota, o Consórcio Limpa Gyn repudiou o ato e afirmou que essa já é a quarta ocorrência de violência contra colaboradores do Consórcio em apenas dois meses, sendo que um dos episódios deu-se na semana passada.

Destacou ainda que registrou um boletim de ocorrência, e o colaborador recebeu o atendimento necessário, sendo submetido aos procedimentos legais cabíveis e ao acompanhamento da equipe de Assistência Social do Consórcio.

“O Limpa Gyn reafirma seu compromisso com a segurança de suas equipes e com a valorização dos profissionais que, diariamente, desempenham um serviço essencial para a limpeza urbana e para a qualidade de vida da população”, diz.

Leia a nota: 

Consórcio Limpa Gyn repudia mais um ato de violência praticado contra um motorista da equipe de coleta domiciliar, durante a execução dos serviços de limpeza urbana em Goiânia.

Essa é a quarta ocorrência de violência contra colaboradores do Consórcio em apenas dois meses, sendo que um dos episódios deu-se na semana passada.

O caso ocorreu na noite desta segunda-feira, por volta das 21h, no Setor Santa Helena. Durante a realização da coleta, um motociclista, inconformado com a parada momentânea do caminhão, necessária para a execução do serviço, posicionou sua motocicleta em frente ao veículo, impedindo a continuidade da operação. Ao descer da cabine para solicitar que retirasse a motocicleta, o motorista foi agredido quando o homem empurrou a porta do caminhão contra ele, atingindo seu braço e sua cabeça. Na sequência, o motociclista quebrou o retrovisor do caminhão e arremessou uma pedra contra o motorista, atingindo-o no rosto. Ao fugir do local, o autor ainda tentou atropelar um dos coletores que integravam a equipe.

A Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal foram acionadas e compareceram ao local. O autor havia fugido antes da chegada das equipes, mas foi posteriormente identificado e preso pela Guarda Civil Municipal.

Foi registrado boletim de ocorrência, e o colaborador recebeu o atendimento necessário, sendo submetido aos procedimentos legais cabíveis e ao acompanhamento da equipe de Assistência Social do Consórcio.

O Limpa Gyn reafirma seu compromisso com a segurança de suas equipes e com a valorização dos profissionais que, diariamente, desempenham um serviço essencial para a limpeza urbana e para a qualidade de vida da população.

A empresa espera que os responsáveis por atos de violência contra seus colaboradores sejam devidamente responsabilizados, reforçando que agressões contra trabalhadores que atuam em benefício da coletividade são inaceitáveis.

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