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Polícia usa IA e prende pai e filho suspeitos de matar morador de rua em Goiânia

Ferramenta “IA Contra o Crime” ajudou a identificar veículo e localizar suspeitos
Fotos: Secretaria de Segurança Pública – Governo de Goiás

A Polícia Militar de Goiás (PM) prendeu pai e filho suspeitos de matar um morador de rua em Goiânia com o auxílio de inteligência artificial. Além disso, as forças de segurança conseguiram esclarecer o crime no mesmo dia.

O homicídio aconteceu na madrugada de quinta-feira (09), na Rua 68, no Setor Central. Assim que foram acionadas, equipes de inteligência iniciaram levantamentos para entender a dinâmica do crime e identificar os responsáveis.

Logo depois, imagens de câmeras de segurança de comércios da região impulsionaram a investigação. A partir da análise, os policiais identificaram características específicas do veículo suspeito, como danos na lataria, ausência de placa traseira, rodas sem calotas e marcas de queimadura no teto.

Com essas informações, as equipes utilizaram a ferramenta “IA Contra o Crime”, que integra diferentes bases de dados das forças de segurança. O sistema cruzou os dados e indicou o possível veículo envolvido.

Em seguida, os policiais intensificaram as buscas e localizaram os suspeitos. Durante a ação, também apreenderam o carro e a arma utilizada no crime.

Durante a abordagem, os agentes confirmaram que os envolvidos eram pai e filho. Segundo o suspeito mais jovem, que trabalha como entregador por aplicativo, houve uma discussão com a vítima momentos antes.

Depois disso, ele relatou que voltou para casa, pegou uma arma de pressão calibre 5,5 mm, retirou a placa do veículo e retornou ao local acompanhado do pai. A Secretaria de Segurança Pública aponta indícios de premeditação.

Além disso, a polícia informou que um dos suspeitos possui antecedentes por posse de entorpecentes para consumo pessoal e porte de arma fora da residência.

Os dois foram presos em flagrante e encaminhados à Central Geral de Flagrantes de Goiânia, junto com os objetos apreendidos. A Polícia Civil segue com as investigações para detalhar o caso.

Segundo o comandante de Policiamento da Capital, coronel Pedro Henrique Batista, a tecnologia foi decisiva para a rápida resolução. Ele destacou que o uso da inteligência artificial torna as ações policiais mais rápidas e precisas.

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