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Prefeitura de Goiânia monitora Córrego Botafogo e prepara obras contra alagamentos

Administração prepara intervenções como piscinões e melhorias na drenagem
Foto: O Hoje/Dehovan Lima

A Prefeitura de Goiânia mantém monitoramento contínuo do Córrego Botafogo e da Marginal Botafogo enquanto avança na preparação de obras para reduzir alagamentos na região. As equipes acompanham as condições do canal, das margens, dos muros de contenção e do sistema de drenagem.

De acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra), as ações fazem parte de um Termo de Compromisso firmado com o Ministério Público de Goiás. O acordo prevê medidas técnicas e administrativas para viabilizar intervenções, como obras de canalização e melhorias no escoamento da água.

Atualmente, o projeto ainda está em fase preparatória. Nesse sentido, a prefeitura elabora estudos, organiza o processo de licitação e planeja a execução das obras. Apesar disso, o município ainda não definiu prazos nem divulgou valores de investimento.

Entre as intervenções previstas, a gestão municipal pretende construir piscinões — reservatórios que armazenam o excesso de água da chuva — além de revitalizar a canalização do córrego. A

A prefeitura busca aumentar a capacidade de drenagem e diminuir os impactos das chuvas intensas.

O acordo com o Ministério Público também inclui ações para proteger moradores de áreas de risco, especialmente no Setor Criméia Leste. Na região, algumas casas ficam em locais com risco de deslizamento ou em áreas protegidas por lei.

Como parte das primeiras etapas, a prefeitura deve apresentar, em até 60 dias, um relatório detalhado sobre a situação da área. O documento deve reunir informações sobre o terreno, o nível de risco, o mapeamento das moradias e registros das vistorias.

Além disso, a Secretaria de Habitação terá até 90 dias para analisar os imóveis. Caso identifique residências em áreas perigosas ou irregulares, o município deverá retirar as famílias e encaminhá-las para moradias seguras.

O Ministério Público acompanhará o cumprimento das medidas. Se a prefeitura descumprir o acordo, poderá pagar multa diária de R$ 25 mil, além de outros encargos.

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