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Programa transforma escolas de Goiânia com melhorias sugeridas pelos próprios alunos

Projeto lançado pela Prefeitura busca ouvir estudantes, professores e a comunidade escolar
Programa transforma escolas de Goiânia com melhorias sugeridas pelos próprios alunos
Foto: SME

Os estudantes da rede municipal de Goiânia passaram a participar diretamente das decisões sobre melhorias nas escolas. Por meio do Programa Cidade para Crianças, lançado pela Prefeitura, na última sexta-feira (26), as sugestões apresentadas pelos alunos ajudam a definir intervenções que tornam os ambientes escolares mais seguros, acessíveis e acolhedores.

Além dos estudantes, o projeto também ouve professores, gestores, familiares e moradores do entorno das unidades. A proposta é identificar as principais necessidades de cada escola e planejar ações que beneficiem toda a comunidade.

A Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo Estratégico (Seplan) coordena a iniciativa em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME) e o projeto Criancidade.

A primeira unidade foi a Escola Municipal Bispo Abigail Carlos de Almeida, na Vila Paraíso. No local, as equipes executaram melhorias nas calçadas, reforçaram a sinalização de trânsito, retiraram fios soltos, realizaram serviços de zeladoria e implantaram paisagismo.

Além disso, a escola ganhou um espaço destinado aos pais e responsáveis aguardarem a saída dos alunos com mais conforto. Outro destaque foi a criação de uma nova área de convivência no pátio, voltada para atividades pedagógicas, lazer e integração entre os estudantes.

O projeto também incentivou a participação dos alunos na produção de um painel artístico instalado no muro da escola. O artista plástico Samuel Caixeta desenvolveu a obra em conjunto com os estudantes, valorizando o protagonismo das crianças durante todas as etapas da iniciativa.

Segundo a Prefeitura de Goiânia, o Programa Cidade para Crianças busca transformar o ambiente escolar em um espaço de convivência e cuidado, promovendo melhorias que beneficiam não apenas os alunos, mas também as famílias e os moradores da região.

A administração municipal pretende expandir o projeto para outras escolas da capital, utilizando as contribuições da comunidade escolar para orientar as próximas intervenções.

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