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Síndico que confessou ter matado corretora em Caldas Novas vira réu

Cleber passa a responder por homicídio triplamente qualificado
Síndico que confessou ter matado corretora em Caldas Novas vira réu
(Foto: Reprodução)

O síndico Cleber Rosa de Oliveira, que confessou ter assassinado a corretora de imóveis Daiane Alves de Souza no Condomínio Amethist Tower, em Caldas Novas, tornou-se réu no processo. A Justiça de Goiás aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO). O crime ocorreu no dia 17 de dezembro.

Com a decisão, o investigado — que estava sob prisão temporária desde 28 de janeiro — teve a custódia convertida em prisão preventiva. Conforme divulgado pela TV Anhanguera, a Justiça considerou que as provas reunidas no processo e a denúncia apresentada são consistentes.

Cleber passa a responder por homicídio triplamente qualificado — por motivo torpe, meio cruel e mediante emboscada — além de ocultação de cadáver. O processo deixou de tramitar sob segredo de Justiça.

Preso inicialmente em Goiânia, o síndico foi transferido para Caldas Novas. Já o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, que também havia sido detido durante as investigações, foi colocado em liberdade.

Segundo a apuração policial, no dia do crime, Cleber teria armado uma emboscada ao desligar o disjuntor geral do apartamento da vítima, no subsolo do prédio, com a intenção de fazê-la descer até o local para restabelecer a energia. Desconfiada, Daiane teria descido de elevador enquanto gravava um vídeo para enviar a uma amiga.

Em uma gravação que não chegou a ser enviada, o síndico aparece caminhando em direção à entrada das escadas, usando luvas pretas. A investigação aponta que ele deixou uma picape posicionada estrategicamente para transportar o corpo após o crime.

De acordo com a Polícia Civil, a corretora foi dominada e, após ficar desacordada, foi atingida por dois disparos de arma de fogo. O corpo foi deixado em uma vala às margens da GO-213, no sentido de Ipameri, a cerca de 15 quilômetros do condomínio.

O corpo de Daiane foi localizado 43 dias depois. Durante as diligências, a polícia também recuperou o celular da vítima, que estava dentro de uma caixa de gordura no condomínio.

 

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