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Suspeito de envolvimento em morte durante feira morre em confronto com a PM em Aparecida de Goiânia

Ele foi socorrido por uma equipe e encaminhado ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos
Suspeito de envolvimento em morte durante feira morre em confronto com a PM em Aparecida de Goiânia
(Foto: Reprodução)

Um jovem de 26 anos, apontado pela Polícia Militar como um dos principais envolvidos na morte de um rapaz durante uma feira, morreu após trocar tiros com policiais em Aparecida de Goiânia. O confronto aconteceu na segunda-feira (5), na Rua das Cerejeiras, no Bairro Retiro do Bosque.

Segundo a PM, o homem, identificado como Luiz Felipe Soares da Silva, conhecido pelo apelido de “Molusco”, teria desobedecido a uma ordem de parada por volta das 20h30 e iniciado disparos contra equipes do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM).

Durante o confronto, Luiz Felipe foi atingido pelos policiais. Ele foi socorrido por uma equipe e encaminhado ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Ainda conforme informações da Agência Local de Inteligência (ALI) do 8º BPM, a motocicleta conduzida por “Molusco” seria a mesma utilizada durante o ataque ocorrido na feira na última sexta-feira (2).

Relembre o caso

Juan Rikellmy Lima Pinto, de 19 anos, foi morto a tiros por uma dupla que estava em uma motocicleta durante uma feira em Aparecida de Goiânia. Na ocasião, um homem de 30 anos também foi atingido de raspão.

Segundo informações levantadas por agentes de inteligência, “Molusco” também seria suspeito de atuar como piloto de fuga de uma mulher flagrada por câmeras de segurança durante o furto de uma joalheria.

O crime ocorreu em 5 de setembro, no Conjunto Cruzeiro do Sul, também em Aparecida de Goiânia. Conforme a investigação, a mulher teria levado 15 peças de joias do estabelecimento.

Relatórios de inteligência da Polícia Militar apontam ainda que Luiz Felipe tinha registros criminais por homicídio, roubo, receptação e porte ilegal de arma de fogo.

A morte de Juan Rikellmy segue sendo investigada pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia.

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