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Associação de moradores do Conjunto Vera Cruz é alvo de invasão e vandalismo em Goiânia; caso é investigado

Imagens obtidas pela TV Serra Dourada mostram sede completamente revirada, com sinais de depredação
Associação de moradores do Conjunto Vera Cruz é alvo de invasão e vandalismo em Goiânia; caso é investigado
(Foto: Reprodução)

A sede da Associação dos Moradores do Conjunto Vera Cruz, em Goiânia, responsável por atender mais de 300 idosos e promover atividades de lazer e convivência, foi alvo de invasão e atos de vandalismo.

Conforme apurado pela TV Serra Dourada, o presidente da associação, Genésio de Fátima Pereira, procurou a 18ª Delegacia de Polícia de Goiânia para denunciar que diversos objetos haviam sido danificados e retirados do local. O boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil no dia 22 de junho, enquanto o Registro de Atendimento Integrado (RAI) foi formalizado em 16 de julho deste ano.

Segundo o relato apresentado à polícia, a Associação dos Moradores do Conjunto Vera Cruz havia cedido, em regime de comodato, parte do espaço para o funcionamento da Associação Cristã, onde também funcionava a Associação Macuco. Após um desentendimento entre as entidades Cristã e Macuco, teriam ocorrido os fatos que deram origem à denúncia.

Na versão apresentada à Polícia Civil, o presidente informou que diversos bens da entidade foram danificados, entre eles um vaso sanitário e uma porta de blindex. O registro também aponta que todos os equipamentos utilizados nas atividades físicas promovidas pela associação teriam sido levados.

Imagens obtidas pela TV Serra Dourada mostram a sede completamente revirada, com sinais de depredação, sujeira e vegetação tomando conta do ambiente.

Um suspeito foi identificado e qualificado na ocorrência pelos crimes de dano consumado e apropriação indébita consumada. O documento, no entanto, registra a versão apresentada à Polícia Civil e não representa comprovação definitiva da autoria dos fatos ou eventual condenação.

Ainda conforme o registro policial, o presidente informou que o imóvel já havia sido alterado quando a ocorrência foi formalizada. Por esse motivo, não foi solicitada perícia no local naquele momento. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.

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